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Uniasselvi : Responsabilidade Social
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 Responsabilidade Social

 

Ser ou não ser responsável socialmente?

A expressão responsabilidade social se tornou recorrente nos últimos anos, principalmente no mundo corporativo. Muitos empresários falam sobre o assunto, mas poucos realmente o compreendem. A maioria entende o tema apenas como assistencialismo aos menos privilegiados. No entanto, o cientista Carrol (1979: 499 e 1991: 41) alerta que, para praticar responsabilidade social, uma organização deve levar em conta quatro critérios: o econômico, o legal, o ético e o discricionário.

Primeiramente, os empresários precisam entender que o ato de praticar responsabilidade social começa dentro dos seus próprios quintais. Somente gestões comprometidas, que promovam o desenvolvimento de suas organizações, podem, por exemplo, garantir os empregos de seus colaboradores, abrir novas vagas ou até contribuir financeiramente com a melhoria da comunidade na qual estão inseridas. Por isso, a responsabilidade econômica é o primeiro degrau da responsabilidade social.

Em segundo lugar, os empresários precisam entender que suas organizações têm que estar de acordo com as exigências da legislação, seja ela municipal, estadual ou nacional. O jeitinho brasileiro, que nos faz buscar caminhos tortos para atingir mais facilmente nossos objetivos, deve imediatamente deixar de existir. Essa cultura vergonhosa, por privilegiar a corrupção, impede o desenvolvimento e contribui para o aumento das desigualdades sociais. Dentro desse contexto, percebe-se que não há mais espaço para gestões que não prezem pelo respeito à legalidade.

Num terceiro momento, é necessário que as organizações se voltem para a adoção de valores éticos em todas as suas rotinas. Para sobreviver no mercado, é necessário que as empresas invistam no que é bom para os indivíduos e para a sociedade. Infelizmente, este é um dos níveis da responsabilidade social menos respeitados. É comum nos depararmos com empresas que se propõem a ter um comportamento exemplar com seus públicos, mas, na prática, acabam agindo de forma completamente diferente.

Por último, para se considerar responsável socialmente, uma empresa precisa levar em consideração, também, o critério discricionário. No Brasil, que é um país ainda em desenvolvimento, isso significa investir, principalmente, em programas que diminuam as desigualdades sociais e promovam oportunidades para todos os cidadãos.

O Grupo UNIASSELVI, em seu projeto de responsabilidade social, compreende e aplica as quatro feições da responsabilidade social. A organização sabe que, somente agindo em várias frentes, poderá contribuir para um amanhã melhor. As ações do Grupo UNIASSELVI nesse sentido envolvem colaboradores técnico-administrativos, professores e acadêmicos, sendo realizadas em todas as regiões em que existem unidades do Grupo UNIASSELVI: Indaial, Timbó, Blumenau, Guaramirim, Brusque, Rio do Sul e Lages, além de acontecerem em várias outras cidades do país por meio da comunidade acadêmica que integra o Ensino a Distância.

Carrol, A. B. 1979. A Three Dimensional conceptual Model of Corporate Performance.
Academy of Management Review, 4: 499.

Carrol, A. B. 1991. A The Pyramid of Corporate Social Responsibility: Toward the Moral Management of Corporate Stakeholders. Business Horizons, 34: 42.

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 RELATÓRIO DE AÇÕES SOCIAIS