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Inovação tecnológica

Programa quer estimular empresas em SC

As dez empresas escolhidas pelo IEL/SC vão receber consultoria, capacitação e auxílio para implantar inovações tecnológicas. Um projeto do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/SC), que visa estimular a inovação tecnológica, ;vai selecionar dez empresas catarinenses. As escolhidas irão receber consultoria, capacitação e auxílio para estruturar sua gestão de inovações.

As inscrições para o Projeto de Implantação e Estruturação da Rede Catarinense de Núcleos de Inovação Tecnológica (Pronit) terminam no dia 29 de janeiro.

As empresas interessadas em candidatarem-se ao projeto devem ter, no mínimo, dois anos de existência.

As empresas selecionadas terão acesso a recursos vindos da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e da Fapesc (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina).

Ao todo foram captados cerca de R$ 2 milhões para serem investidos no Pronit.

As inscrições podem ser feitas no site do Instituto Euvaldo Lodi.

Informações pelo telefone (48) 3332-3050.

Fonte: Site da Rádio Cidade


Etiqueta Empresarial

Como se Portar no Ambiente de Trabalho

Se duas pessoas de igual capacitação técnica estiverem concorrendo a um lugar no mercado de trabalho, qual delas se sairá melhor? A que melhor souber se apresentar e tratar as pessoas.

Tão importante quanto ser especialista no que se faz é ter uma boa postura profissional. Ninguém está livre de cometer gafes, mas ficar atento a alguns detalhes de comportamento evita deslizes que, em determinadas situações, podem ocasionar 'prejuízos' graves. Afinal, para iniciar um bom trabalho, nada como começar com uma boa impressão, e para isso, a etiqueta empresarial é essencial.


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Saldo Positivo

A crise mundial deflagrada em setembro do ano passado teve seu lado positivo. Ela equilibrou algumas distorções no mercado de trabalho e trouxe para a realidade salários que até pouco tempo estavam hiperinfl acionados. Essa adequação, entretanto, não significou desaquecimento total. "Há uma sensação de que sobram profissionais qualificados no mercado, mas isso não é verdade", diz Fernando Mantovani, diretor da Robert Half, empresa de recrutamento executivo com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Ele acredita que muitas empresas aproveitaram o momento econômico turbulento para colocar ordem na casa, reavaliando a remuneração de seus funcionários e, em vários casos, promovendo substituições. No final das contas, o bom profissional é o grande beneficiado. Muita gente que tinha performance mediana e salários astronômicos está sendo substituída por profissionais gabaritados e com salários mais compatíveis com a realidade. Nos três primeiros meses do ano, houve retração de ofertas de emprego. Desde abril, no entanto, alguns setores retomaram a busca por talentos.

Os engenheiros continuam disputadíssimos nos segmentos de óleo e gás e construção civil. Em seguros, outra área que só vem expandindo, eles também são bem-vindos para preencher cargos técnicos. Dentro das corporações, os profissionais de finanças tornaram- se ainda mais essenciais. Como consequência, muitos cargos foram valorizados e o salário médio do gerente de planejamento financeiro, por exemplo, saltou 42% em relação ao ano passado. A área comercial foi outra que ganhou os holofotes. Em momentos conturbados, as empresas querem vender.

Porém, sem grandes custos por unidade vendida. Esse é um dos fatores que explicam um pouco da perda de prestígio do departamento de marketing — o orçamento ficou mais enxuto. Há novos desafios, no entanto. A crise acelerou a preocupação com temas de meio ambiente e sustentabilidade. Outra mudança que ela trouxe foi que, agora, conseguir aumento mudando de emprego requer mais negociação. "No ano passado, chegamos a fazer transição em que a proposta era até 80% superior ao que o profissional ganhava", diz Fernando. Propostas que ofereciam 20% de aumento muitas vezes nem eram consideradas. Com a desaceleração da economia e com os ânimos corporativos menos inflamados, mudanças com aumento de 30% voltaram a ser consideradas excelentes. Mais do que antes, o profissional precisa demonstrar capacidade de tomar decisões acertadas em pouco tempo, foco em resultados, flexibilidade e profundo conhecimento do mercado em que a empresa atua.

"Antes, apenas o gerente entrevistava o candidato a cargo de coordenação", diz Miguel Monzu, diretor de recursos humanos da farmacêutica AstraZeneca. "Agora, até o presidente participa", diz. Na média, a remuneração fixa da maior parte dos profissionais acompanhou a inflação e os dissídios de cada categoria. A expectativa é de que os bônus, no geral, fiquem abaixo dos valores pagos em cima dos resultados de 2008. As regras possivelmente não tenham mudado, mas atingir os mesmos níveis é que ficou mais difícil.

A seguir, você confere as principais tendências de remuneração e carreira em seis áreas de atuação — finanças e contabilidade, engenharia, seguros, bancos, vendas e marketing e tecnologia. Os dados das tabelas, publicadas com exclusividade pela VOCÊ S/A, consideram salários de profissionais que atuam em São Paulo e no Rio de Janeiro. As informações foram consolidadas pela Robert Half com base em mais de 30 000 entrevistas com profissionais de diversos setores. Você encontra também um estudo sobre a diferença de custo de vida em 15 localidades brasileiras. São Paulo e Rio ainda pagam melhor, mas muitas oportunidades são geradas em outras cidades, que têm mais qualidade de vida com custos menores.


Valorizados pela Crise

Os profissionais de finanças estão entre os mais cobrados, mas também entre os mais bem remunerados

As áreas gerenciais de fi nanças obtiveram uma certa valorização do ano passado para este, principalmente em função da crise, que aumentou a importância dessas posições nas empresas. Um cargo extremamente valorizado, segundo dados da Robert Half, foi o de gerente de planejamento financeiro. O salário médio dessa posição aumentou 42% no último ano. "Essa área é importante porque determina o comportamento que a empresa deve ter para manter o equilíbrio financeiro. É ela que diz se a empresa vai ou não atingir as metas", afirma Sócrates Melo, especialista em recrutamento na área de finanças e contabilidade da Robert Half. Também foram valorizados o gerente financeiro, cujo salário em grandes empresas aumentou 21%, o controller, com 23%, e o gerente tributário, com 9%. A crise mudou o perfil do profissional financeiro que as empresas procuram.

Aquele talento que era especializado em abertura de capital ou em captar recursos para expansão de operações, que estava em alta até setembro do ano passado e era disputado pelas organizações, foi substituído por outro, com perfil voltado a controladoria e custos. Além de conhecimentos técnicos, obviamente necessários, o mercado exige dos financeiros também uma boa dose de comunicação. Como afirma Caroline Tonisi, de 30 anos, controller do Grupo Guascor, empresa espanhola de geração de energia elétrica, não adianta saber muito de números, cálculos e projeções se o profissional não souber se comunicar interna e externamente. Formada em administração e com MBA em controladoria, ela entrou no grupo como estagiária e foi promovida a controller no final de 2004.

De lá para cá, sua remuneração triplicou. "Nessa área, é preciso ter conhecimento econômico, financeiro, contábil e gerencial", diz Caroline. "Isso é o básico." É preciso também ter capacidade crítica e analítica e boa argumentação lógica para justificar por que um investimento é inviável, por exemplo. "Falar outros idiomas é fundamental porque me reporto diretamente à matriz em muitos casos." André Takahashi, gerente financeiro da Marsh, complementa. "É fácil encontrar um financeiro bom tecnicamente", afirma ele. "Quem quer se destacar, no entanto, precisa ser comunicativo, flexível e saber tomar decisões em diversas situações." A pressão sobre a área financeira certamente aumentou nos últimos tempos. "Todos querem o maior número de informações precisas no menor espaço de tempo", diz André. Quem consegue entregar o que a empresa precisa ganha mais responsabilidades — e mais recompensas. Um exemplo? Em 2006, André foi promovido a gerente de planejamento financeiro. Depois, passou a gerenciar também as áreas de cobrança e tesouraria. Em janeiro, ele foi promovido a gerente financeiro. De 2007 para cá, sua remuneração dobrou.

Há dois meses, o presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Fábio C. Barbosa, disse ter esperança de ver as empresas produzirem apenas um relatório, que unificasse todas as informações de negócios, finanças e sustentabilidade. A mesma opinião é também compartilhada pelo executivo chefe da General Electric, Jeff Immelt, e outros presidentes de multinacionais. Isso faz com que profissionais de contabilidade, auditoria e relação com investidores tenham de aprender a incluir passivos e ativos ambientais em suas planilhas.

Para classificá-los, será preciso entender minimamente a legislação ambiental e o impacto do negócio sobre o meio ambiente. O movimento pela sustentabilidade também beneficia advogados, economistas, engenheiros, biólogos, agrônomos e outros tantos que ganham oportunidade numa área que emprega cada vez mais gente, paga cada vez melhor e começa a ganhar mais projeção e representatividade.

Fonte: Você S/A

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